ontem eu estava conversando com um grupo de senhoras e surgiu o assunto daqueles telefonemas de pessoas que se fazem passar por um membro familiar e ligam chorando, dizendo que foram sequestradas.
uma delas contou que quase estava “caindo” no trote, começando a passar seus dados bancários ao enganador, quando sua vizinha tocou a campainha e, percebendo toda a situação, perguntou se ela já tinha ligado para a filha para saber se realmente havia sido sequestrada. o marido dela telefonou e percebeu que estava tudo bem com a filha, deixando-os aliviados.
essa situação ilustra como o nosso interior pode funcionar: se estamos movidos por emoções, qualquer influência externa pode ser motivo para uma explosão descontrolada; já a vizinha que chega no meio do tumulto, mas que estava calma, em outra sintonia, representa o nosso interior sob controle, ou seja, quando existe equilíbrio na atuação do intelecto, que consegue observar tudo sem se deixar levar por ondas emocionais.
parar por alguns momentos, com constância, diariamente, e desconectar nosso pensar do fluxo torrencial, levando-o a um nível de sintonia mais leve, além, clareia e fortalece o intelecto para discernir melhor e, então, tomar decisões precisas.



























Deixe um comentário